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Tudo sobre a Vida e o Ministério do Pastor Juanribe Pagliarin

Evangelho no topo da FM - Paz e Vida em ascensão

Logo pela manhã, no caminho para o trabalho ou enquanto se preparam para sair de casa, milhares de pessoas escutam diariamente as Ilustrações do Reino de Deus pelo pastor Juanribe Pagliarin, na rádio Vida FM (96.5). Só no Estado de São Paulo são 300 mil ouvintes por minuto, no horário de pico - manhã, segundo dados do Ibope. A média é de 150 mil ouvintes por minuto. Trata-se de um fenômeno no meio evangélico.
A emissora comandada pelo fundador da Comunidade Paz e Vida está entre as dez mais ouvidas em São Paulo - no último Ibope aparecia em oitavo lugar, deixando para trás as tradicionais rádios evangélicas e principalmente grandes e populares emissoras seculares, o que se repete em várias partes do Brasil.
A Comunidade Paz e Vida tem programas em 109 rádios no Brasil - a lista está publicado no site da Vida FM -, e emissoras em Portugal, na África, em Cabo Verde, Moçambique, na Guiana Francesa, na Argentina, Paraguai e Uruguai. O alcance das mensagens e pregações de Pagliarin é ainda maior, incalculável, uma vez que ele colocou à disposição na Internet, para download e reprodução gratuita, 1,2 mil Ilustrações do Reino de Deus e mil pregações.
Todo este sucesso poderia estar atrelado à experiência de Pagliarin como publicitário bem-sucedido. Mas, segundo ele, sua trajetória de marqueteiro experiente não o ajudou, pelo contrário. Durante 13 longos anos, o pastor tentou emplacar seu ministério, na época com uma única igreja Paz e Vida, na avenida Rio Branco, na capital paulista, e fracassou. Neste período, conciliou seu ministério pastoral com o comando de sua agência no coração de São Paulo, na Avenida Paulista: “Aos 40 anos, decidi que seria apenas pastor, porque já era um profissional bem-sucedido, mas como pastor não tinha tido sucesso. Vendi a minha agência e me dediquei apenas à igreja. Gastei tudo o que tinha com ações de propaganda e marketing, para promover a igreja. Nada dava certo, ficava indignado. Somente quando abri mão de tudo o que tinha, inclusive minha experiência profissional, para ser guiado, exclusivamente por Deus, as coisas aconteceram. De 1995 até hoje, nosso trabalho passou a ser reconhecido no Brasil e várias partes do mundo. A Vida FM, por exemplo, é um case de marketing espiritual”, contou em entrevista exclusiva à revista Exibir Gospel.
Em uma brecha em sua agenda, ele recebeu a equipe da Exibir Gospel em seu escritório na Vida FM, no bairro de Santana. Pagliarin contou algumas de suas histórias pessoais, a conversão de sua família, seu primeiro encontro com Deus, seu dilema entre o ministério pastoral e a bem-sucedida profissão de publicitário, seus projetos enquanto escritor e o anseio de escrever mais e a expectativa chegar à TV: “Não tenho pressa”, disse.
Foi um raro momento entre as gravações para a Vida FM e as inaugurações das igrejas da Paz e Vida - são, no mínimo, três por semana em diferentes partes do País, 16 Estados. O ministério tem crescido e alcançado as cidades mais remotas. Ao todo, há 170 igrejas, sendo 69 no Estado de São Paulo.
Por onde vai, Juanribe leva na bagagem seu livro "Jesus - A Vida Completa" para distribuir aos fiéis. Sua meta é chegar aos 250 milhões de exemplares entregues. Na obra, ele reuniu de forma simples e didática os quatro Evangelhos em uma narrativa fácil sobre a trajetória de Jesus e seus ensinamentos. Aliás, uma das marcas de Pagliarin é o seu jeito simples de falar da Palavra de Deus. Ele contextualiza as mensagens de um jeito muito simples, tal como Cristo ensinava, por meio das parábolas. Pagliarin fala das Ilustrações do Reino de Deus. É a estratégia que Deus lhe deu.
Exibir Gospel – Pelos dados do Ibope, a Rádio Vida está 8º lugar no ranking do Estado de São Paulo, deixando para trás tradicionais emissoras evangélicas e, inclusive, rádios seculares consolidadas no mercado. Sua experiência como publicitário bem-sucedido o ajudou nesta empreitada?
Juanribe Pagliarin – Não, pelo contrário. A Vida FM é um case de marketing espiritual. Ela já existia antes de eu a assumi-la, em janeiro de 2009. Oscilava entre a 15ª e 16ª posição no Ibope, ao lado de outras rádios evangélicas. E, agora, em apenas dois anos, subiu para o oitavo lugar. Isto é resultado do fato de eu ter aprendido e ainda estar aprendendo a depender de Deus no meu ministério. Enquanto eu colocava em primeiro lugar minha experiência de publicitário e tinha dinheiro para investir em ações de marketing fracassei. Somente quando abri mão de tudo o que tinha, inclusive minha experiência profissional, para ser guiado, exclusivamente por Deus, as coisas aconteceram. De 1995 até hoje, nosso trabalho passou a ser reconhecido no Brasil em várias partes do mundo, por meio do rádio.
EG- Em outros Estados, as emissoras da Paz e Vida também têm alcançado resultados expressivos. Quais locais o Senhor destacaria?
Pagliarin - No Rio de Janeiro, a rádio Melodia é segunda colocada no ranking geral das FMs, às 220h30. Também estamos entre as mais ouvidos com a Rádio Gospel, em Curitiba, a Rádio 107, em Belo Horizonte, e a Maranata, em Recife. Minhas mensagens também são transmitidas por várias outras rádios, que nem eu sei. Liberei na Internet totalmente meu acervo de mensagens para baixar gratuitamente. Só peço que não as vendam, mas podem copiar e transmitir à vontade.
EG – O que levou o senhor ao rádio? Foi mais uma tentativa de alavancar o ministério Paz e Vida no início?
Pagliarin – Em 1985, quando já havia perdido tudo, dinheiro, agência de publicidade, patrimônio, procurei uma emissora de rádio, a Morada do Sul, para comprar spots (propagandas curtas). Mas eles só comercializavam horários de meia-hora a uma hora. Inclusive, na ocasião em que fui lá, iria vagar um horário no dia seguinte, custava 5 mil dólares, e tinha de pagar adiantado. Não tinha este dinheiro, mas acabei propondo uma permuta com a rádio, pois tinha crédito com um comerciante que trabalhava com artigos chineses, da época em que tinha agência. O gerente comercial aceitou a proposta, trocou um mês de programa por 10 mil dólares em produtos. Eu entrei no ar no dia seguinte, ao vivo. Era 2 de junho de 1985, na data do aniversário da minha mãe. Eu não sabia o que fazer, mas Deus estava me usando. A Paz e Vida virou febre. Multidões começaram a ir à igreja, as pessoas choravam porque não conseguiam entrar. E Deus passou a operar milagres.
EG – O senhor acha que o mercado publicitário está aberto para investir no segmento gospel ou ainda há preconceito?
Pagliarin - Mesmo estando entre as dez emissoras mais ouvidas do Estado de São Paulo, financeiramente não há retorno disso na rádio Vida. Não tenho faturado nem para pagar as contas. Temos um produto de altíssima qualidade e um público qualificado. O evangélico é um ótimo consumidor, mas, por puro preconceito, os grandes anunciantes não anunciam conosco.
EG – E os ouvintes têm sido generosos ao apelo para contribuições com o Ministério Pregadores do Telhado, que mantém os projetos evangelísticos do Paz e Vida?
Pagliarin – Apenas uma pequena parcela colabora. O povo evangélico ainda não tem a liberalidade para contribuir por uma causa. Quando faço um convite no rádio para fazer uma doação, são poucos os que respondem. A grande maioria não tem esta consciência de investir no Reino.
EG - Apesar da dificuldade com os colaboradores, ainda assim seu ministério tem dado andamento a projetos audaciosos, como o curso de teologia gratuito oferecido nas igrejas Paz e Vida. Quantas pessoas, em média, são beneficiadas com esta iniciativa?
Pagliarin - Temos cerca de 30 mil alunos em todo o Brasil. O nosso curso de teologia é profundo, são dois anos, e a pessoa não paga nada, nem matrícula, material, certificado. Qualquer um pode participar, evangélico, católico, membros de outras igrejas. Nosso anseio hoje é ampliar ainda mais esta iniciativa. Estamos fazendo um convênio com a Cnec, uma grande rede de educação do Brasil, presente em 19 Estado, para que o curso de teologia da Paz e Vida seja reconhecido pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura. O aluno vai precisar do ensino médio completo e apenas mais um na da faculdade para se tornar bacharel em teologia. É um grande projeto e não fui eu quem foi atrás, a proposta veio para gente.
EG - E quanto à meta de distribuir 250 milhões de exemplares do livro “Jesus – a Vida Completa”. Em qual tiragem está a obra e por que deste propósito?
Pagliarin - Já tivemos uma tiragem de 450 mil, o que é uma marca exorbitante por se tratar de Brasil. Concluir esta meta vai depender de quem Deus vai colocar no nosso caminho para nos ajudar. É um projeto evangelístico, porque basta que a pessoa conheça a Palavra para ela se converter. A própria Bíblia diz: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". O livro tem um acabamento de qualidade, para durar anos, e sei que esta obra vai impactar muitas vidas, pois apresenta Jesus ao leitor, de forma simples, de acordo com os quatro Evangelhos, com total fidelidade à Bíblia.
EG – Na programação da rádio Vida sempre são anunciadas novas inaugurações da Paz e Vida em todos os cantos do País. É notório que o ministério está crescendo. O Senhor tem conseguido acompanhar esta expansão? Qual o peso da sua liderança neste processo?
Pagliarin – Inauguramos, em média, três igrejas por semana. Primeiro, quando tinha poucas filiais, eu ia em todas as inaugurações. Agora nem sempre estou vendo as igrejas nascerem, ultimamente tenho ido mais na abertura das sedes dos Estados. Vejo que hoje a Paz e Vida chegou num ponto de independência de um líder, antes dependia muito de mim. O ministério tem vida própria. Crescemos num ritmo mais lento, mas com muita firmeza. Batizamos muita gente, não somos pescadores de aquário, estamos ganhando almas. Pregamos a Palavra de Deus, puramente, as pessoas estão sedentas disto.
EG - O Senhor conta que é nascido em berço evangélico, conte-nos como foi a conversão de sua família?
Pagliarin - Minha família era muito católica até que em 1945 meu avô leu pela primeira vez leu uma Bíblia. Ele a encontrou em uma cadeia, durante uma visita que fazia a um tio meu que cumpria pena, por ter se envolvido em uma briga que acabou em morte. Alguém havia levado aquela Bíblia para o meu tio, mas ele não ligou. Meu avô se interessou e a levou para casa, e começou a ler até que chegou em Êxodo 20: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam". Ele ficou impressionado com este trecho e foi até uma igreja católica, conversou com um padre e viu na que na Bíblia dos católicos dizia a mesma coisa. Foi, então, que se convertou ao Evangelho, levando toda a família e influênciando as próximas gerações. Estamos na terceira geração de pregadores da Palavra, e a quarta está se formando. Meu pai, Ulisses, e meu tio Jaime, são pastores.
EG - Houve algum momento decisivo em sua vida espiritual?
Pagliarin - Sim, tinha quase 21 anos. Na época eu estava afastado da igreja, desde os 12 anos. Cai no mundo, fiz muitas coisas erradas, era muito perturbado. Até que uma noite tive um encontro real com Jesus. Acordei de madrugada em um crise de choro, amargura, desespero, passava pela minha cabeça tudo que estava fazendo de errado, até que de repente senti muita paz. Instantaneamente eu senti uma paz que nunca tinha sentido antes, e uma voz muito doce e firme me disse: “Em 60 dias te libertarei”. Era 17 de maio de 1976. Aos poucos, minha vida foi melhorando, as más companhias se afastaram, arranjei emprego, me reconciliei com meu pai e, por fim, fui para a igreja com meu tio Jaime, um grande evangelista, que é meu pai na fé. Era uma igreja na Vila Formosa, onde depois falou poderosamente comigo, me chamou para obra. Ouvi a mesma voz que falou comigo em 17 de maio. Nunca tinha vivido isto, fiquei maravilhado.
EG - E o início de seu ministério pastoral?
Pagliarin - Fui consagrado pastor em 1980. Eu me dividia entre a minha agência de publicidade, tinha um estúdio na Barra Funda, e a igreja do Evangelho Quadrangular, que havia fundado em Carapicuíba, em 1980. Ainda ajudava meu tio na igreja. A dupla jornada de pastor e publicitário me desgastou, pois saia de dia para cuidar das coisas da igreja e tinha de virar a noite trabalhando. Um dia decidi ficar só com a publicidade. Recebi uma boa proposta de emprego e fui para Manaus. Fiquei quase dois anos na Amazônia. Sentia falta da igreja, mas não queria mais saber da dupla jornada. Não queria mais nem saber de ser pastor, mas não teve jeito. Eu tinha um chamado.
EG - Foi nesta época que nasceu a Comunidade Paz e Vida?
Pagliarin - Sim, depois de relutar muito na Amazônia, larguei o bom emprego que tinha lá, voltei para São Paulo e fundei a Comunidade Paz e Vida. Vim de lá decidido a abrir a igreja. Tinha um bom dinheiro para investir e usei toda a minha habilidade como publicitário para divulgar a inauguração da igreja. Espalhei faixas, fiz mala direta. Em 25 de dezembro de 1982 realizava meu primeiro culto na avenida Rio Branco, 511, onde até hoje é nossa sede central. Foi um fracasso. Durante 13 anos a igreja ficou empacada, não crescia. Na época, eu mantinha a agência, ou seja, fazia dupla jornada. Voltei a viver aquela loucura de virar a noite trabalhando, como no início do meu ministério pastoral. Era um publicitário bem-sucedido, tinha um escritório na Avenida Paulista, mas um pastor fracassado.
EG – Quando o senhor resolveu largar a publicidade para se dedicar exclusivamente obra?
Pagliarin - Em 1995, tomei a decisão de que seria apenas pastor. Achei que, então, Deus iria abençoar. Com o dinheiro da venda da agência investi em ações de propaganda e marketing para lotar a igreja, e nada aconteceu. Não entendia nada. Eu fazia propaganda e lotava shopping falido, por que não conseguia lotar um salão de 300 m²? O dia que acabou meu dinheiro fiquei abalado, mas aí Deus começou a agir e a me dar as estratégias.
EG – E a TV faz parte dos seus planos? Quais seus projetos futuros?
Pagliarin – A TV vai acontecer, mas não tenho pressa. Prefiro o rádio. Quanto ao futuro não faço planos, gostaria apenas de ter mais tempo para escrever. Já tenho um novo livro na cabeça, por exemplo.
EG - Como o senhor vê o crescimento dos evangélicos no Brasil e a influência deles na sociedade, com destaque para o cenário político eleitoral, que mostrou o peso deste grupo?
Pagliarin – Antigamente, o evangélico era discriminado, hoje isso mudou. O País está vendo os evangélicos com uma grande força, mas não com respeito. Estão nos vendo como radicais, pela posição do aborto e do casamento de pessoas do mesmo sexo. Acham que estamos influenciando a sociedade para um sistema retrógrado. Não pode se levar para o meio religioso e político estes temas. É manipulação da opinião do evangélico. Houve muita incoerência do povo evangélico nestas eleições.
EG- Do ponto de vista espiritual, qual o significado da expansão do Evangelho para a Nação?
Pagliarin - O Brasil está vivendo uma revolução nunca vista em um país no mundo. Estamos conseguindo arrancar as raízes trevosas que estavam em solo brasileiro e plantar a boa semente. Vivemos uma mudança espiritual e cultural através da Palavra de Deus. As pessoas estão se convertendo, deixando a falsa fé para abraçar Jesus. Fazer parte deste momento é uma grande honra, motivador.

fonte: Exibir Gospel.com

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